domingo, 9 de novembro de 2014

A LUA E O SOL



A LUA E  O SOL

Dois amantes do amor sublime
A Lua que ilumina a noite 
E o Sol que aquece o dia
Eis uma história de amor real
O Sol e a Lua, separados pela Natureza
E unidos à um amor infinito e lindo


O Sol que se despede do céu azul entre nuvens 
A Lua que encanta as estrelas que ilumina 
Corações apaixonados na Terra parida 
De sonhos e amores perdidos, de fato, 
Separados pelo tempo e espaço 
Remontando lado a lado cada pedaço, corações


Perdidos e partidos pelos desfechos dos atos 
Sensações de redemoinho de ventos esparsos 
Semeando as sementes do amor latente 
Espera infinita do amor entre os seres 
Criações divinas que imploram aos teus desejos 
Do encontro final do bem querer incontido


De amar a Lua infinitamente ao Sol 
Juntos embora no mesmo Céu 
Disputando com a própria Natureza 
O mesmo tempo e espaço, Oh, que faço? 
Recriar o que já está descrito 
É ir contra o Deus do Céu e o Infinito


Que fazer senão renunciar 
O amor pela Lua em meu Sol maior de lutas 
Reduzir-me em pequena chama que se apaga aos prantos 
Até findar-me de vez no Universo latente 
Só assim saberei o que de fato é sentir 
O quão a solidão és para mim o meu terror


Do castigo a desobedecer as regras divinas 
Do poder de só amá-la de longe, ó minha amada, Lua minha! 
É provar ao Universo que o amor sempre sustentará 
Os corações daqueles que dizem a si mesmos 
Que o amor, em suma, é o que conduz a fé 
E o imenso prazer de amar incondicionalmente a Lua, tua amada


Pois para Deus nada, nada é impossível! 
Hei de crer que isto um dia será para mim, possível 
Quando a Terra enfim se auto destruirá 
Findando o Sol juntamente com a Lua na Terra ingrata e crua 
Tendo outros planos como nova casa dos mortais com mais valores morais,
E quem sabe então, poderei eu, o Sol um dia, ser feliz e poder viver ao teu lado,


E juntos, amada Lua, realizar o sonho perfeito, 
Amar-te-ei loucamente, feito dois loucos amantes 
Desvendar-te-ei entre céus os mistérios desse amor sublime 
Viajarei pelos Anéis de Saturno até o último dos Planetas 
Decolarei rumo aos céus entre outros mundos 
Tendo como companheiras e amigas, as infinitas estrelas


A irradiar ao nosso amor a alegria e felicidade, 
Espalhar por toda a galáxia até aos corações humanos 
Que se amam e se querem juntos lado a lado 
Feitos um para outro, como almas gêmeas 
Serás tu o Sol que me aquece em dias frios, 
E eu serei a tua Lua que encantará os teus dias cinzas. 



Simone Medeiros

Ilustração: Google


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